A reflexão de Ricoeur sobre o justo

  • Theresa Calvet de Magalhães

Resumo

Do lugar filosófico do justo à prática da justiça (à prática judiciária), caracterizada por suas ocasiões (as circunstâncias ou ocasiões da justiça, isto é, as situações de conflito às quais o direito dá a forma do processo), por suas vias e meios (os canais no plano institucional ou os canais da justiça; ou seja, o próprio aparelho judiciário que compreende não apenas um corpo de leis escritas, mas tribunais ou cortes de justiça, investidos da função de dizer o direito, juízes, isto é, pessoas reputadas independentes e encarregadas de pronunciar a sentença justa numa circunstância particular, e ainda o monopólio da coerção, a saber: o poder de impor uma decisão de justiça pelo uso da força pública), e por seu modo de argumentação: eis o percurso desta breve exposição.

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Theresa Calvet de Magalhães

Professora aposentada da UFMG (FAFICH- Departamento de Filosofi a); professora do Curso de Pósgraduação
em Direito da UNIPAC em Juiz de Fora/MG.

Publicado
2012-12-31
Como Citar
DE MAGALHÃES, Theresa Calvet. A reflexão de Ricoeur sobre o justo. Revista Interdisciplinar de Direito, [S.l.], v. 9, n. 1, p. 33-45, dez. 2012. ISSN 2447-4290. Disponível em: <http://revistas.faa.edu.br/index.php/FDV/article/view/501>. Acesso em: 04 ago. 2020.
Seção
Artigos