Juscientificidade: uma proposta de renovação das características da metodologia e dos métodos aplicados ao estudo do direito

  • Bonnie Moraes Manhães de Azevedo

Resumo

Este artigo apresenta uma breve introdução sobre a especificidade da ciência do Direito em relação às demais ciências sociais aplicadas, traduzida na própria discussão sobre seu conceito, sua cientificidade, bem como alguns dos pontos acerca de seus métodos e metodologias. Baseando-se, principalmente, na argumentação de Ferraz Junior do Direito como uma teoria da decidibilidade, busca-se provocar no leitor o questionamento sobre sua própria compreensão acerca do fenômeno jurídico e das possibilidades científicas de compreendê-lo.

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Bonnie Moraes Manhães de Azevedo

Bacharel em Ciências Sociais (UENF), Pós-graduada em Marketing Estratégico (ESPM/RJ), Mestre em Antropologia (PPGA/UFF) e Doutora em Políticas Públicas, Estratégia e Desenvolvimento (PPED/UFRJ). Possui experiência em docência nas áreas de sociologia, antropologia e metodologia. Atuou como pesquisadora nas instituições onde se formou em temas como ritual, simbolismo e religião; antropologia do consumo; construção social do gosto; tribos urbanas e estilo de vida. Dedicou-se profissionalmente a trabalhos em pesquisa sobre cultura organizacional; instituições e desenvolvimento; nova economia institucional. Atualmente se dedica aos estudos de metodologia científica, com foco em metodologia qualitativa e do conjunto de conhecimentos instrumentais para melhor compreensão teórica/prática dessa disciplina. Administra dois sites voltados para melhorias na educação: consultoriaemmetodologia.com.br e comoestudarmelhor.com.br

Publicado
2018-12-17
Como Citar
MANHÃES DE AZEVEDO, Bonnie Moraes. Juscientificidade: uma proposta de renovação das características da metodologia e dos métodos aplicados ao estudo do direito. Revista Interdisciplinar de Direito, [S.l.], v. 16, n. 2, p. 85-94, dez. 2018. ISSN 2447-4290. Disponível em: <http://revistas.faa.edu.br/index.php/FDV/article/view/607>. Acesso em: 25 mar. 2019.
Seção
Artigos