Análisis de series temporales y distribución espacial de casos e indicadores epidemiológicos y operacionales de sífilis en gestantes en Maranhão, período 2009-2023
DOI:
https://doi.org/10.24859/SaberDigital.2025v18n3.1791Palabras clave:
Atención prenatal, Mujeres embarazadas, Salud maternoinfantil, Política de salud, Sífilis congénitaResumen
Introducción: La sífilis en embarazadas es un grave problema de salud pública, con impactos significativos en la salud maternoinfantil, incluyendo riesgos de aborto espontáneo, muerte fetal y sífilis congénita. En Maranhão, un estado con desafíos socioeconómicos y de acceso a la salud, comprender la dinámica epidemiológica y operativa de la enfermedad es esencial para orientar políticas públicas efectivas. Este estudio tiene como objetivo analizar la evolución temporal y la distribución espacial de los casos e indicadores relacionados con la sífilis en embarazadas en el estado, entre 2009 y 2023. Objetivo: Analizar la tendencia temporal y la distribución espacial de los casos e indicadores epidemiológicos y operativos de sífilis en embarazadas en Maranhão, de 2009 a 2023, identificando patrones y áreas prioritarias de intervención. Método: Se trata de un estudio ecológico, con análisis de series temporales y distribución espacial, utilizando datos secundarios del Sistema Integrado de Información de Enfermedades de Declaración Obligatoria (SINAN) y otros sistemas oficiales. Las tasas de detección y las tendencias temporales se calcularon mediante regresión lineal, y se emplearon técnicas de geoprocesamiento para mapear la distribución espacial de los casos. El análisis incluyó indicadores operativos, como la cobertura prenatal y el tratamiento adecuado. Resultados y discusión: El aumento de casos de sífilis en embarazadas refleja debilidades en el sistema de salud, como la baja cobertura y calidad de la atención prenatal, además de desafíos socioeconómicos. La distribución espacial desigual sugiere la necesidad de estrategias dirigidas a áreas críticas. La integración de acciones de vigilancia, diagnóstico temprano y tratamiento oportuno es esencial para reducir la transmisión vertical y los resultados adversos. Conclusión: El estudio destacó la importancia de fortalecer las políticas de salud maternoinfantil en Maranhão, centrándose en ampliar el acceso a la atención prenatal de calidad e implementar acciones específicas para áreas de mayor vulnerabilidad. El análisis temporal y espacial proporciona apoyo para la planificación de intervenciones efectivas dirigidas a reducir la sífilis en embarazadas y sus impactos en la salud pública.
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